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A trombose venosa profunda acontece quando um coágulo sanguíneo se forma nas veias profundas do corpo, geralmente nas pernas. O problema pode começar silenciosamente, mas traz riscos sérios. O coágulo pode bloquear a circulação local ou se desprender e atingir os pulmões, causando embolia pulmonar, uma emergência médica.
Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, cerca de 180 mil novos casos ocorrem anualmente no Brasil. A boa notícia é que reconhecer os sinais precocemente e adotar medidas preventivas reduz significativamente os riscos de complicações.
Aqui você vai entender o que caracteriza a trombose venosa profunda, quais sintomas merecem atenção imediata, como o diagnóstico é feito e quais cuidados ajudam na prevenção. Continue a leitura e saiba quando procurar ajuda médica.
O que é trombose venosa profunda e por que ela preocupa?
A trombose venosa profunda (TVP) ocorre quando um coágulo se forma dentro de uma veia profunda, localizada entre os músculos. Diferente das veias superficiais próximas à pele, essas veias transportam grande volume de sangue de volta ao coração.
O coágulo se forma por lesão na parede da veia, fluxo sanguíneo lento ou alterações na composição do sangue. Quando isso acontece, o sangue não circula adequadamente, causando sintomas na região afetada.
O maior perigo ocorre quando o coágulo se solta e viaja até os pulmões, causando embolia pulmonar. Essa condição provoca falta de ar súbita, dor no peito e pode ser fatal sem tratamento imediato.
Quem tem maior risco de desenvolver trombose
Qualquer pessoa pode desenvolver trombose venosa profunda, mas alguns fatores elevam consideravelmente o risco. Conhecê-los ajuda na prevenção e na busca por orientação médica quando necessário.
Algumas condições de saúde aumentam as chances de você desenvolver um coágulo. Idade acima de 60 anos, histórico familiar de trombose, câncer e tratamentos oncológicos merecem atenção especial. Doenças que alteram a coagulação sanguínea, insuficiência cardíaca, varizes e problemas venosos preexistentes também colocam você em uma zona de maior risco.
Situações temporárias como cirurgias de grande porte (especialmente ortopédicas), internações prolongadas, imobilização por fraturas, gravidez e pós-parto (até 6 semanas) favorecem o aparecimento de coágulos. O uso de anticoncepcionais, reposição hormonal e viagens longas acima de 4 horas sem movimentação adequada entram nessa lista de atenção.
Seus hábitos de vida também fazem diferença. O sedentarismo dificulta o retorno do sangue das pernas, a obesidade aumenta a pressão nas veias e o tabagismo danifica as paredes dos vasos sanguíneos. Se você se identifica com dois ou mais desses fatores, converse com um médico sobre medidas preventivas específicas para o seu caso.
Sintomas de trombose nas pernas: o que observar
Qualquer pessoa pode desenvolver trombose venosa profunda, mas alguns fatores elevam consideravelmente o risco. Conhecê-los ajuda na prevenção e na busca por orientação médica quando necessário.
Idosos a partir de 60 anos, histórico familiar de trombose, câncer, doenças que alteram a coagulação sanguínea, insuficiência cardíaca e problemas venosos aumentam as chances de desenvolver coágulos.
Cirurgias de grande porte, internações prolongadas, imobilização, gravidez, pós-parto, uso de anticoncepcionais ou reposição hormonal e viagens longas sem movimentação são situações temporárias que favorecem a trombose.
Sedentarismo, obesidade e tabagismo também contribuem para o problema. Se você se identifica com dois ou mais desses fatores, converse com um médico sobre medidas preventivas específicas.
Como o diagnóstico de trombose é feito
O diagnóstico da trombose venosa profunda combina avaliação clínica com exames de imagem. O médico analisa seus sintomas, fatores de risco e realiza exame físico da região afetada, mas a confirmação depende de exames específicos. Veja quais são os principais:
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Ultrassom Doppler venoso: É o exame mais utilizado e não invasivo. Ele usa ondas sonoras para criar imagens das veias e avaliar o fluxo sanguíneo. O exame identifica onde está o coágulo, seu tamanho e se há obstrução total ou parcial da veia. O procedimento leva cerca de 30 minutos e não causa desconforto.
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Exame de sangue D-dímero: Mede uma substância liberada quando coágulos se dissolvem no corpo. Níveis normais praticamente descartam trombose recente, mas níveis elevados não confirmam o diagnóstico sozinhos, pois outras condições também aumentam o D-dímero. Por isso, esse exame funciona como triagem inicial.
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Exames complementares: Em situações específicas, o médico pode solicitar flebografia (raio-X com contraste), tomografia ou ressonância magnética para avaliar veias de difícil visualização no ultrassom, como as da pelve ou abdômen.
O diagnóstico precoce faz toda diferença. Quanto antes a trombose é identificada, mais eficaz é o tratamento e menor o risco de embolia pulmonar ou danos permanentes nas veias.
Tratamento da trombose venosa profunda
O tratamento da trombose venosa profunda tem três objetivos: impedir que o coágulo cresça, prevenir embolia pulmonar e reduzir o risco de nova trombose. O plano é definido conforme a localização do coágulo, gravidade e condição do paciente.
Os medicamentos anticoagulantes são a base do tratamento. A heparina é aplicada por injeção no início, enquanto os anticoagulantes orais são comprimidos diários. O tempo varia de 3 meses a uso contínuo, dependendo da causa da trombose.
As meias de compressão elástica reduzem inchaço e previnem complicações crônicas, devendo ser usadas por até 2 anos. Em casos raros, um filtro de veia cava é colocado para capturar coágulos ou medicamentos trombolíticos e cirurgia são usados em situações graves.
Durante o tratamento, siga as orientações médicas, compareça às consultas e informe imediatamente qualquer sangramento anormal.
Prevenção: medidas que protegem contra trombose
Prevenir a formação de coágulos é mais simples do que parece. Pequenas mudanças no dia a dia reduzem significativamente o risco, especialmente para quem tem fatores de predisposição. Veja as principais medidas:
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Movimente-se regularmente: O movimento dos músculos da panturrilha funciona como bomba, impulsionando o sangue de volta ao coração. Caminhe pelo menos 30 minutos por dia. Se você trabalha sentado, levante-se a cada hora para dar alguns passos e exercite os pés e tornozelos mesmo sentado.
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Cuidados em viagens longas: Em voos, viagens de ônibus ou carro acima de 4 horas, levante-se e caminhe no corredor a cada 1 ou 2 horas. Use roupas confortáveis que não apertem a cintura ou pernas, beba bastante água, evite cruzar as pernas por períodos longos e considere usar meias de compressão sob orientação médica.
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Mantenha-se hidratado: Beber água ao longo do dia mantém o sangue menos viscoso, facilitando a circulação. Evite excesso de álcool e cafeína, que favorecem desidratação.
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Cuidados após cirurgias: Siga rigorosamente as orientações médicas sobre mobilização precoce. Mesmo no leito, exercícios simples com pernas e pés ajudam. Muitas vezes, o médico prescreve anticoagulantes preventivos por alguns dias ou semanas.
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Controle de peso e tabagismo: Manter peso saudável reduz pressão nas veias das pernas. Parar de fumar melhora a saúde vascular como um todo e diminui risco de coágulos.
Atenção ao uso de hormônios: Se você usa anticoncepcional hormonal ou faz reposição hormonal e tem outros fatores de risco, discuta alternativas com seu médico, pois a combinação pode aumentar a probabilidade de trombose.
Como garantir qualidade de vida após o diagnóstico
Garantir uma boa qualidade de vida após o diagnóstico de trombose envolve seguir rigorosamente o plano de tratamento e adotar um estilo de vida saudável. Isso inclui manter-se ativo, gerenciar o peso, evitar o tabagismo e seguir as orientações médicas sobre o uso de meias de compressão.
Para uma abordagem completa e a garantia de um cuidado adequado, a disponibilidade de assistência médica de alta qualidade é um diferencial.
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